CAMPO DOS GUAICURUS

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domingo, 5 de agosto de 2012

A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR


REFERÊNCIA DA IMAGEM: sinaldetransito.com.br

Infelizmente não poderei ser fiel como gostaria, pois li há muitos anos e uma vez somente, o que vou reproduzir. E, tenho 99,9% de certeza que não encontraria a fonte, mesmo com todo esforço possível.


Cesar, o grande líder romano tinha dois excelentes generais, um teórico, administrativo, e um de campo. Ambos de grande poder, porém, poderes distintos. O primeiro, que chamarei Marco, porque é comum nome romano, tinha os poderes de gládio, de prélio, desenvolvera músculos perfeitos, harmônicos e técnicas de combate de campo altamente avançadas , com uma coleção de cicatrizes e uma maior de vitórias, quando estava em combates, ia à frente dos soldados para mostrar como deveria se combater. Ninguém duvidava que seria capaz de derrotar qualquer um em campo.


O segundo chamaremos Delarus, também um tanto comum em romano nome, mas outro incomum ser. Também tinham dotes físicos acima da média, em se tratando de desenhos musculares, com um detalhe, era muito bonito, esteticamente muito superior  a Marco; parecia ter saído de entre os anjos, pois além de belo tinha a doçura da poesia da natureza; sabia conversar de maneira magnifica e dominava inclusive instrumentos de arte e não somente espada, arco e flecha e outros instrumentos de combate. Era treinado em artes de guerra, mas não tanto quanto Marco; em combates físicos era também vitorioso, embora todos pudessem julgar que a Marco não derrotaria fisicamente.


Pois bem, ciúmes são comuns em cortes, mas os dois inteligentes generais tinham seus espaços e não havia discórdia ou desarmonia.


Então vem outro personagem; Idórea; a sobrinha de César. Daquelas mulheres cujos desenhos tiram a concentração de qualquer ser, mulher ou homem, que desconcertam qualquer ambiente, quebram qualquer ritmo... Mãos delicadas, braços finos; corpo feito para as roupas delgadas e perfeitas... Tinha um cheiro natural de 1% do leite mais suave da natureza... A notícia de sua virgindade era outro deleite e desconcerto... Todos no ambiente sabiam por notícias daquelas que a banhavam o quanto sua vagina era linda e harmônica a tudo que dela se esperava para o futuro conjugal... Seus pêlos, apesar de avançada nos vinte anos, pareciam fios de seda feitos fio a fio por algum anjo que também essenciara os líquidos de traição à inocência, que ela buscava reprimir para o momento adequado. Os seios eram sempre a força que detinha os exercícios de imaginação de todos que podiam se aproximar de foco suficiente. E então, eis que como até um tanto esperado, os dois generais pedem a César, quase a um tempo, a mão e tudo que relatamos da moça. Mesmo sendo um deles sobrinho do grande César, este não titubeia, pois a liderança que tem é a ele a jóia principal das terras de Remo e Rômulo e sentencia: "ARENA".


Na noite que antecederia o prélio de maior notícias em Roma, descansava Marco e viu certo movimento próximo de sua porta que foi entreabindo; "Deus! Querem me assassinar!", e parte de um salto felino para a defesa; assombra-se então... É "ela", que diz: "não tenho dúvidas de que será tu o vencedor e meu futuro esposo; e vim te dar provas daquilo que o espera... Marco gostaria de dizer "não", de mostrar tanta força moral quanto tem nos músculos, mas não consegue, quem conseguiria, o cheiro dela já o embriaga, ela já libera os seios que antes só mulheres haviam visto... perfeitos... E aos poucos todo o corpo delgado, mas preenchido e curvilínio vai se entregando... Conhecedor das mulheres e das regiões e cadências adequadas, demora-se para tocar nas macias e úmidas partes, atesta a virgindade e põe em jogo tudo o que sabe... A possui, o sangue vaginal, os líquidos o preenchem, a posse lhe preenche todo o espírito... Continuam; ela mostra que sente dores, mostra que sabe desse encontro de dores e prazeres e tudo cede... É quase dia e tomam-se ainda um ao outro... Ele pensaria que ela não era verdadeiramente virgem, se não tivesse visto e sentido tudo com perfeição...


Ruídos, ela o beija ardentemente e parte... A experiência toma seu espírito, nada mais pode preenchê-lo... E ouve: COMBATE!!! Vem o prélio, sua deusa está lá, ao lado de César, há violência, muita, usa seus dotes, e então percebe... está perdendo força, "Deus, o sono, o sono..." Mas, luta, é um general de lutas... Combate... O inimigo torna-se cada vez mais potente... Há sol, forte, torna-se desvantagem... Pelo brilho do sol a vê e vê o sorriso mudo, de despedida e compreende as mulheres, nos últimos segundos de sua vida... Levará para a eternidade dela a virgindade... Geme mudamente, é gemido de general morrendo; já leva o terceiro e fatal golpe... caí de frente para o sol e para ele sorri, pois já não mais o vê...


Leva uma noite de amor inagualável... Deixa para o oponente uma esposa quase perfeita, pois isso não existe... Ela o ama, e por amor as mulheres são capazes do que os homens mais inteligentes são incapazes de sequer imaginar... exceção aos césares; César dissera à sobrinha chorosa: "Há uma maneira... Você o ama muito?". Salvou o sobrinho e obteve uma aliada eterna; é César.

2 comentários:

Jarbas disse...

Muito boa história, Dante!

Dante Sempiterno - ( dantesempiterno@hotmail.com ) disse...

Fico muito feliz que tenha deixado o mimo aí registrado, pois você é o Arguto dos argutos leitores. Obrigado, Jarbas; por favor esteja sempre por aqui; abraço!