CAMPO DOS GUAICURUS

CAMPO DOS GUAICURUS

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

DISCIPLINA É TER CORAGEM. SÓ A VERDADE É QUE LIBERTA. (RR)


REFERÊNCIAS DAS IMAGENS

caminhosdaespiritualidade.blogspot.com
vuetm.blogspot.com
anmgs.blogspot.com
nifebrasil.blogspot.com


DISCIPLINA É TER CORAGEM.



"Eu odiava a escola. Odiava. Ainda consigo lembrar meu primeiro dia no Prince Albert Juniors em Aston: tiveram de me arrastar até lá pelo colarinho, por que eu chutava e chorava muito. A única coisa que queria da escola era que o sinal tocasse às quatro da tarde. Eu não conseguia ler direito, por isso não tinha boas notas. Nada entrava na minha cabeça e não conseguia entender porque em meu livro era como se tudo estivesse escrito em chinês. Sentia que não era bom em nada, como se fosse um desastre. Só com trinta anos descobri que tinha dislexia, além de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Ninguém sabia dessas coisas na época. Estava numa classe com quarenta crianças e, se não entendesse, os professores não tentavam ajudar - eles o deixavam de lado. Foi o que aconteceu comigo. E quando eu precisava fazer alguma merda - como quando tinha de ler em voz alta - eu tentava divertir a classe. Pensava em todos os tipos de coisas doidas para fazer os outros rirem" (OZZY OSBOURNE – EM UOL, CAPA, 03.02.2012). O ensino "Eu sou o todo poderoso" é um erro quase perpetuado. Embora Ozzy não possa ser uma referência, pois é um representante do signo "Diabo na Terra", no caso em parte, pode sim exemplificar a condução errônea do ensino que deve ser repensado e refeito, o que surpreendentemente não acontece, sob tantas reuniões, palestras, estudos bla bla bla. 2 coisas deveriam ser implacáveis na recondução, o papel do professor como o original condutor em que opera filtros, domínios. A recondução do aluno à disciplina, alardeiam o sucesso de colégios rígidos em seus resultados; sem disciplina não há estudo e "disciplina é ter coragem" (Renato Russo). E disciplina inclui o seguinte, o professor precisa ler; professor que lê (mal lidos) meia dúzia de livrinhos, e ainda os livros errados para o que é necessário, que domínios terá??? Só a velha imposição, cada vez menos sustentável no cenário escolar. A internet pressiona e obriga revoluções em novas acepções, tudo repensado, novas ações... DISCIPLINA É TER CORAGEM...
 
SÓ A VERDADE É QUE LIBERTA.


Não tenho Surrogates como um bom filme (notando-se que o que achamos um bom filme vai mudando entre 15, 20, 30, 40 e quase 50 anos). Mas acho que é, vencido o cansaço que ele nos exige, do caras e bocas de Bruce Willis e de sustentar o óbvio como não óbvio, uma maneira de perceber que existirá um retorno à realidade, após a intensa aventura virtual. Como sempre acontece... na tecnologia, não abandonaremos jamais nosso Facebook/etcs. Mas repensados os potenciais da virtualidade, quanto à carga de informações e a realidade dos números, uma lista de 500 contatos não é uma lista de 500 amigos, não é tão fácil vender peixe pela internet, etc, etc, voltaremos às conversas nas mesas, varandas, encontros reais, reais mesmo, simplórios, porque não é possível abandonarmos essa raiz de nossa natureza. Tem silicone aê? Tem! Então não mamo... Tem química nesse mamão, nessa maçã, tem 'bomba' aê? Tô fora. Tá com medo de teus defeitos, de tuas feiuras, de tuas diferenças? Tchau! "SÓ A VERDADE É QUE LIBERTA..." (RENATO RUSSO, O KQCARA, com tudo que possa acentuá-lo como tão genial que nem mesmo ele próprio, tão SER, possa ter percebido). As pessoas mais verdadeiras são necessariamente loucas, as mais honestas e verdadeiras, são naturalmente doces, ouvem mais do que falam... SÓ A VERDADE É QUE LIBERTA... 


‎(nada é certeza, mas precisamos afirmar, não?) Como tudo na arte pop, quando uma realização é consagrada, é porque há um toque ou mais de qualidade, algum ponto, ou mais... Em Flashdance, em determinado momento 'filosófico', uma velha corista, arrumando-se pacientemente, diz: "Eu comprava vestidos, me arrumava, dava a mim brilhos incríveis... De repente, parei..." E isso fica "no ar", não floresce a "explicação", a quebra de magia temporal... É um momento magnífico para um filme tão pop... Não é esse ponto que sustenta o sucesso do filme, certamente, mas reflete a vontade de dar qualidade, e isso é diluído no filme sessão da tarde, a heroína pobre que brilha, afinal... É válido, sempre... A realidade não é o "foram felizes para sempre...". Então é verdade que precisamos de fantasia em que o bem triunfa, simplesmente; quem aguenta viver de "A Naúsea" e outras obras que nos esbofeteiam com a verdade nua e crua... Alegria é preciso


Nenhum comentário: