CAMPO DOS GUAICURUS

CAMPO DOS GUAICURUS

domingo, 31 de julho de 2011

ANIVERSÁRIO DE MIM MESMO! MORTO... VIVO NO OUTONO... FOLHAS SECAS INCENDEIAM...

SOBRE AS REFERÊNCIAS
Peço desculpas porque foram capturadas em época de despreocupações metodológicas. Proponho a reclamantes que enviem e-mail e prontamente lanço a referência conforme permissão de continuidade ou excluo imagem reclamada. Obrigado


Tive essa consciência pouco antes de iniciar uma blogada na qual falaria sobre a palavra estilo, em algumas de suas propriedades. E antes disso, comentaria o sempre oportuno e contundente dizer de Valdir DM, em “A inocência do pensamento cristão”, o que farei ainda hoje ou no máximo amanhã. Mas, respeitando a mim próprio e a condição indesviável de uma espécie, tênue em mim, francamente, de vaidade por comemoração de aniversário, falarei sobre isso, aniversários. Isso de aniversário parece sempre próximo do melhor de nossas naturezas, a ingenuidade infantil... Quando somos infantis achamos que somos imortais, que somos os melhores, que todos os mimos do mundo nos são devidos, que somos os donos do poder... E como é horrível quando isso se quebra, quando descobrimos a diferença das instâncias, e que a condição bipolar afeta muita gente. Muitas pessoas passam do carinho para a ofensa em poucos minutos, mesmo em aniversários. A pobreza material presente em minha vida às vezes é desconcertante; felizmente só às vezes; infelizmente, nas vezes que o é, é arrasador. E hoje em dia tenho a tese (baseada em teses alheias) de que tudo é irremediavelmente condicional, em declínio... Acho que o DNA é mais poderoso no psicológico do que eu pensava. Meu filho, maior amor de minha vida, e pessoa mais próxima, ajuda nesta questão... Não tem sido tão raras as vezes que vejo nitidamente em seus traços psicológicos, aspectos que se repetem de sua belíssima mãe. Mas não é somente nele que observo isso... Também em mim encontro muito mais de meu pai e de minha mãe e avós, e vai, de impulsos, de pensamentos e atos, que poderia atribuir a circunstâncias sócio-formadoras. Mas algumas coisas nem mesmo sei explicar. Por exemplo, essa maldição de enxergar as coisas que comumente não se enxerga, de notar, de perceber, aquilo que os outros descartam. De ser indiferente àquilo que a maioria se apega.
Este ano, meu aniversário marca o primeiro em que me sinto morto. Sinto que a morte já chegou para mim, já estou morto, mesmo, como aquele lá de Machado, (“Memórias...”) embora tenha minha carne íntegra. Digo da condição, do papel que temos; a que viemos. Por favor, não se encaminhem a tolices de “nãããoo, você está vivo, Deus isso e aquilo, você pode fazer tanto ainda”. Sim, estou vivo, é óbvio, e Deus isso e aquilo. Mas, há um momento em nossas vidas em que conseguimos nos livrar do acovardamento perante as obviedades da natureza e sentimo-nos exatamente quem somos. E isso me faz bem, e pronto. Escrevi vários livros (devo editá-los a partir deste ano ou o próximo, finalmente, ou talvez nunca). Plantei infinidade de árvores, de flores, e tive um filho... MEU DEUS, TIVE UM FILHO, essa maravilha, que nos condena à fragilidade para sempre, mas nos dá o PRIMORDIAL presente vital, sem igual, nada igual... Meu filho é meu tudo, minha vida, meu coração fora de mim, é minha alegria sob o vento, o sol, o perfume das flores... Nada, nada, simplesmente nada, supera esse amor ou o equivale... E, assim, do que resta de minha vida, em primeiro lugar servirei para alavancar dele a ida à maturidade, o encontro com as coisas das quais gosta da vida, a defesa contra as armadilhas na sociedade, e sutilmente desaparecerei de sua vida, porque a vida é dele, e autônomo deve ser... Minha presença lentamente se tornará ausência... Não total... Como digo a ele “Mesmo quando eu estiver morto, que minha carne tiver sido tragada pelos vermes terrenos em seus papéis cobrando-a, e a terra aos poucos cobrar meu retorno, no que esteve sempre escrito, estarei totalmente ausente de sua convocação... Olhe o vento nas árvores, filho, nele, juro, estarei; olhe as coisas que escrevi, são a mim, ouça as palavras de amigos que sobreviverem a mim, sou eu nessas palavras, e dentro de sua mente, na alma que vive em seu pensar, serei visita grata sempre que me chamar, porque tudo que de verdadeiro e puro em mim existiu, foi pelo amor mais belo e puro que tive, por você, meu filho”... Mais ou menos isso... Então, nesse meu aniversário, sim, lembro de bolos antigos, velas acessas, mesa pobre, tubaína Funada, Fanta, Coca-cola (será que vai dar para todos?), de presentes (de pais pobres, é verdade, mas riquíssimos na tarefa que cumprem), de namoradas doces que tive, de um dia de mimos, de gente cantando parabéns, como no primeiro ingênuo ano de Faculdade de Letras e outros... Mas, nesse aniversário de hoje, o que penso é que estou maravilhosamente morto, maravilhosamente reflexivo, e que me sobram, por Desígnios Divinos alguns anos com certo vigor, que poderei empregar reparando alguns de meus milhares de erros, revendo, vendo, reaprendendo, aprendendo... Quem sabe ainda sexo sem viagra, cervejas, vez ou outra, muito blues, rock, leitura, escrita, conhecer gente nova... Servir a amigos e por eles ser servido... Viver, sim viver, porque o objetivo da vida em mim já está cumprido; mas os juros são agradáveis... Sim, e que Deus proteja, em primeiro lugar meu filho, então a todos os outros que me são caríssimos, com mãe e irmãos, amigos bastante próximos a mim próprio, e a essas “bolhas de sabão coloridas” que chamamos de “momentos”...


sexta-feira, 15 de julho de 2011

"Aquele que não está contra nós, está a nosso favor" (Deus); "Se é inimigo de nosso inimigo, é nosso amigo" (em Alien x Predador)...


REFERÊNCIAS DAS IMAGENS:

comdeusconversando.blogspot.com
nildomello.blogspot.com
amazon.ca
wook.pt
cinemacomrapadura.com.br
g1filmes.com


“Aquele que não está contra nós está a nosso favor” (Deus) e “Se é inimigo de nosso inimigo, é nosso amigo” (em “Alien x Predador”) são duas frases nem tanto sustentáveis, apesar do poder da assinatura presente na primeira. Aliás, justamente por tal assinatura, pode-se inferir mais que uma interpretação, o que paradoxalmente tira o vigor objetivo na máxima.  Lembrando-se que o contexto basifica primordialmente os sentidos, noto (se não me falha a lembrança) que a primeira frase aparece sobre uma reclamação de discípulo que teria dito: “Mestre, estão pregando em teu nome...” (com tons de preocupação sobre uma possível usurpação).  A segunda frase é um raciocínio que dá origem a uma estratégia vencedora, quando aliens e predadores começam a estraçalhar com a costumeira facilidade, uma equipe de pesquisadores e adendos de apoio, em uma gigantesca estação subterrânea. Aliás, cabe dizer que esse filme é muito bom, para quem é universalista na absorção da qualidade artística. Lembro que fui assistir o “1” com grande má vontade não externada superficialmente, afinal, como bom “pãe” ia para agradar meu filho; fazer-lhe companhia. Puxa vida! Acabei gostando tanto quanto, ou mais que ele, do filme carregado de essência trailer. É um campeão de ação, de suspense, apesar de termos que aguentar a tradicional gosmice, estouro de estômagos humanos e a gritaria comum ao terror. (mudança brusca, mas prometo, virá a coerência): O Papa Júlio II foi um sujeito terrível em cargo e pessoa, carregado de manchas que o tornam um alvo fácil para justos moralistas, embora tenha sido louvado em façanhas por Maquiavel (bem...). O que interessa daí e nos liga aos dizeres primários na blogada? O impulso, o ímpeto... Infelizmente, como diz Wilde, não há às vezes tempo de nos socorrermos em uma base segura, nem mesmo um Wikipédia está às vezes (de novo) ao alcance. Mas, antes de ir adiante, citemos Maquiavel (Cap. XXV, Círculo do Livro, Cultrix, p. 145): “O papa Júlio II agiu em tudo impetuosamente; e viu as circunstâncias e as coisas conformarem-se tão bem a sua maneira de proceder, que sempre acabou por ter êxito”... Bem, vocês todos sabem, Maquiavel é foda na escrita, na literatura. Aliás, embora não tenha lido isso nem de Bloom, meu guru 1, ou de outros, (aahhh, tilinta-me a memória, sim, um crítico da Veja, perdoem-me, não tenho como pesquisar o nome correto do dito cujo, disse algo... “Se há um consenso sobre Maquiavel, é que escreve bem...”, o cara, o crítico, falou nisso enquanto massacrava um incauto escritor que propunha em “O Príncipe” um tratado de marketing). Quase cometo um desprezo acidental de terrível ordem. Mas, ia dizer que se Bloom e outros desprezam o “xamanismo” (psicanálise) de Freud em favor de um poder maior dele, o poder de escrever genialmente, creio que isso pode valer de diferente forma para Maquiavel. Bem, vamos dar coerência aos três eixos perdidos... Às vezes não temos como ser prudentes o suficiente, às vezes não podemos nos guiar seguramente nos atos, o que fazer? Não temer o erro, SIM NÃO TEMER O ERRO (se a fatalidade não aparece como possível) e aceitar alianças temporárias... Não é preciso transformar a paixão em amor em cinco minutos... Mas é necessário nos aliançarmos com vigia superficial (adicionar gente que não conhecemos pessoalmente, no facebook, por exemplo), enquando não temos as luzes suficientes; e, sim, quem não fala diretamente contra nós, e diretamente não está a fazer contra nós, ainda não é nosso inimigo, sendo, portanto, nosso amigo, em primeira instância... E quem luta uma mesma luta, contra um mesmo inimigo nosso, ao menos inicialmente é nosso amigo... E por fim, sim, é preciso decidir muito rápido às vezes... E é bom saber rezar com efeito...

quinta-feira, 7 de julho de 2011

O PESO DA INDEPENDÊNCIA


REFERÊNCIAS DAS IMAGENS:

divisaodeturismo.blogspot.com
g1.glob.com
broademel.blogspot.com
fragmentosdeumamorgtico.blogspot.com
piripiri40graus.com

Claro que um título destes pode suscitar grandes expectativas, sobre o maior dos temas humanos, a liberdade. Mas, lamento decepcionar, não conseguindo destruir a tentação presente em manter o tal título, previno que o que vem a seguir não é “o bi’x’o”.

Nem sempre há disposição, talento ideal ou mesmo circunstância ideal para empreender ao grande, certo? Então, vamos ao que de fato quer dizer escondido o título. É meramente sobre minhas blogadas, o peso que ‘indifere’ uma a outra.

Preocupo-me em que julguem meu blog pelo todo e não pelo fator de circunstancial, presente em quem escreve como escrevo, que não são poucos. Afirmo que as instâncias dão diferentes personalidades a estes micro-textos aqui presentes por todo o blog. Exemplo claro, o inteligente e arguto (para dizer pouco e ser simples) Valdir DM, dá uma qualidade imensamente superior à blogada em que trato da minha recusa ao grande alvoroço sobre a qualidade poética de Manoel de Barros. Principalmente pela dedicação temporal que o referido poderoso Valdir DM oferece à blogada “Não gosto de Manoel de Barros”, mas também pelo poder presente no próprio nome do laureado poeta em questão, no que me desgosta pensar que possa haver insinuação de oportunismo, nos sensos comuns, o que sinceramente não é o caso, e no que advoga justamente a meu favor o posicionamento de Valdir DM, através da transcrição de sua valiosa carta a um poeta sobre o qual fiquei imediatamente “curioso”.

O que pesa mais, um ‘quilo’ de ouro ou um quilo de chumbo? Qual beijo, daquele curto romance foi mais gostoso, aquele primeiro, na ponte sobre o estreito riacho perdido, quase roubado, ou o último, quase com ódio e cheio do poder da insegurança? Que instante é decisivo? Como saber? Mas, prefiro não ‘sobre-amurar-me’ e oferecer o mais que possa um sim ou não, nas questões... Sim, o mais importante nas blogadas é a reação despertada, a leitura conseguida, por gente poderosa (please –gosto mais de please que de ‘por favor’-, entendam o ‘poderosa’ sem ‘rasidão’, ok?)... Quando ela se solta de mim, e passa a pertencer a um lugar crítico comum, pela penada forte de alguém que sabe mais do assunto que o blog traz a uma superfície...

O que pesa mais? Preocupado com os poucos momentos que passava com meu filho, em período amargo e turbulento, levei isso a uma amiga psicóloga, sabendo que ouviria algo óbvio, e foi ótimo ouvir aquele óbvio que marcou tanto... “...Não se preocupe nunca com a quantidade de tempo que passa com ele, sim com a qualidade, com o poder que tua atenção a ele tem de marca-lo e influenciá-lo, pois esses pontos memoriais é que são decisivos no amor e na vida”... Acho que foi mais ou menos isso que ela disse, e como valeu, para tantas outras coisas... Eu proseio, tu proseias, nós proseamos...

E a onça ou o peixe aumentam de tamanho, às vezes, mas o importante é quem estava em volta da fogueira, e o que foi dito; a onça já está morta, cada vez mais morta, infelizmente, infelizmente, pois nada adianta a ela ser valente... E o peixe? Alguns estão bem empregados, outros já comidos, outros envenenados; e vamos continuar... Pois ainda não veio o tal meteoro, nem o inverno final... Sigamos, digo às vezes, sigamos...

sábado, 2 de julho de 2011

EIRO, EIRO, PRISIONEIRO DO ROTEIRO


REFERÊNCIAS DAS IMAGENS

mundocordel.blogspot.com
bibliotecatransmissivel.blogspot.com
karinafelipe.blogspot.com
thiagocasali.blogspot.com
amor5050.blogspot.com
kerolfreire.blogspot.com
jansencoutinho5000.blogspot.com
meme.yahoo.com
chasespeciarias.blogspot.com



“ESTÁ AÍ NO ROTEIRO, PORRA!”. E ATURDIDO O ATOR "RÓI AS UNHAS..." TREME AS MÃOS... “QUE FAÇO? DEUS..."

E NA "GRANDE PEÇA"? A VIDA; O QUE ESTÁ EM JOGO? O LIVRE ARBÍTRIO... AS SINAPSES. TEM GENTE QUE GOSTA DE HITLERES, GOSTA DO GRANDE TEATRO DA MANUTENÇÃO DO PODER. DE ESTAR DE CARA FEIA E DE MAUS HUMORES E PESSOAS ENTREGAM-SE PARA O GLAMOUR DE UM TERNO, UMA GRAVATA UM SAPATO LUSTROSO. USADOS SEJAM, MAS, OH, SOMENTE O SUFICIENTE, E QUE SEJA PELO SACRIFÍCIO DO “GANHARÁS COM O SUOR...” OU UMA MUITO BEM JUSTIFICADA ESCOLHA PROTOCOLAR. A ESCRAVIDÃO MENTAL, ESPIRITUAL, É HORROROSA, E PIOR QUE ELA O PODER USADO EM OPRESSÃO, COMO LEMBRA VOLTAIRE (QUANDO COMENTA SOBRE OS QUACRES, NA 3ª OU 4ª CARTA)... REI OU MENDIGO, O HORROR É A OPRESSÃO EM TODOS E PARA TODOS... E PIOR QUE TUDO É QUANDO SOMOS CARCEREIROS E PRISIONEIROS A UM SÓ TEMPO... MEDO DE MOSTRAR NOSSA FEIURA, NOSSAS FRAQUEZAS, NOSSAS INABILIDADES, MEDO DE APRESENTAR-NOS COMO DE FATO SOMOS, NOS TORNAM POTENCIAIS DE APRISIONAMENTO PARA QUEM SE DIZ AMIGO, E AÍ, CUIDADOS... CUIDADOS... ÀS VEZES NÃO PRECISAMOS DE INIMIGOS...

HÁ AMIGOS, VOLTEI PARA SEMPRE ACREDITAR QUE EXISTE AMIZADE, QUANDO O PODEROSO UBIRATAN INTERCEPTOU MINHA CAMINHADA EM QUE PARA MIM A AMIZADE ESTAVA COMO A MÚSICA PARA KAFKA, ANULADA EM PARTE DEVIDO A MINHA PRÓPRIA NATUREZA DE SUPRIR-ME SOLITO DE SUBSTÂNCIAS ESPIRITUAIS, COMO GRENOUILLE (O PERFUME) NA CAVERNA E EM PARTE PELA COLEÇÃO DE DECEPÇÕES QUE VEM A TODO MESMÍSSIMO SER HUMANO QUE COMEÇA A REALIZAR DEPÓSITOS EM AMIZADE. E EU PRÓPRIO SOU UM FILHO DA PUTA DE AMIGO, ÀS VEZES, SE O PONTO DE VISTA FOR COMUM. PEÇO DINHEIRO EMPRESTADO, POR EXEMPLO. ISSO É TERRÍVEL NA AMIZADE, É DEVASTADOR. ESPERO PARAR COM ISSO. ALIÁS TEM SIDO UM “TARGET” COMO DIZEM ALGUNS ESPERTOS PARA TROUXAS (DAS SONOLENTAS PALESTRAS DE ADMINISTRAÇÃO). AS PESSOAS COMUNS TEM VERDADEIRO TERROR DE QUEM PEDE DINHEIRO EMPRESTADO. ELAS PODEM FALAR EM “DEUS É FIEL”, “DEUS VAI AJUDAR”, “VÁ NA IGREJA”, “VOCÊ VAI SAIR DESTA” (ENQUANTO PENSAM: “QUE FILHO DA PUTA...”). ELAS DIZEM MIL BESTEIRAS DE AUTO-AJUDA, DE BIBLIONICES E COISAS DO GÊNERO... MAS SENTEM VERDADEIRO ÓDIO QUANDO SÃO ENCURRALADOS “E AÍ, TEM ALGUM? TÔ MEIO FODIDO, SABE...?”. NUNCA PEDI DINHEIRO EMPRESTADO AO BIRA, JAMAIS PEDIREI, E ELE É O MEU GUIA PARA VÁRIOS ASSUNTOS DE AMIZADE. EU O AMO FRATERNAMENTE. EI! POR QUE ESTOU FALANDO NESSA MERDA TODA? É PORQUE TEM MULHERES QUE SABEM DIZER: “NÃO VOU DAR PARA VOCÊ, E MANTER A AMIZADE...” E TEM AMIGOS QUE NÃO TE EMPRESTAM DINHEIRO E CONSEGUEM MANTER A AMIZADE... ELES NÃO SEGUEM ROTEIROS, ELES SÃO... SER É MINHA TECLA GASTA, É MEU ATAQUE CONSTANTE, MONTAIGNE É O REI DE “SEJA”, DEUS DEU A DICA “EU SOU”. EIRO EIRO, NÃO SEJA PRISIONEIRO DO ROTEIRO... NEM TEU, NEM DO TEU PAI, NEM DA MERDA DA IGREJA OU DO BABENTO E MAU HALITOSO PASTOR, NÃO SEJA ESCRAVO DO PROTOCOLO... NEM MESMO DE DEUS, PORQUE ELE NÃO ORDENOU NADA DISSO... ANARQUISAR? ESCULHAMBAR? NEM PENSAR? NÃO NÃO...”HONESTO SER”, DIRIA O PODEROSO YODA... É, HONESTO SER, O MANDAMENTO QUE ENGOLE TODOS OS OUTROS (GEORGE CARLIN). MAS “SER... ” COMO? BEM, DEUS... O PODEROSO, APONTA, OLHEMOS SUA ESCRITA... NÃO A ESCRITA LITERÁRIA... QUE TEM SIDO MAIS USADA PARA JUSTIFICAR PEDIÇÃO DE GRANA (NÃO EMPRESTADA) A ESCRITA NA NATUREZA... NO SISTEMA ‘INOCENTE’ DOS BICHOS, DAS SELVAS, FLORES, ABELHAS, MARES, ARES... NOS SISTEMAS LIVRES QUE ELE CRIOU... NÓS É QUE FERRAMOS OS SISTEMAS, AS COISAS, POIS SE CONSEGUÍSSEMOS NÃO SER TÃO ESTÚPIDOS, A COISA SERIA COMO EM AVATAR SEM AS NAVES METÁLICAS COM EMPREENDEDORES DESMESURADOS E MILITARES LOUCOS POR SANGUE.

EIRO, EIRO, CUIDADO CO’M ROTEIRO... EIRO, EIRO, EIRO, TEM AÍ ALGUM DINHEIRO?