CAMPO DOS GUAICURUS

CAMPO DOS GUAICURUS

domingo, 29 de maio de 2011

A FIDELIDADE É GENEROSIDADE... FIDELIDADE, "LIVRE VASSALO" DO SILÊNCIO, NO TESTEMUNHO INCONTESTÁVEL DA GENEROSIDADE...


REFERÊNCIAS DAS IMAGENS:

animais-ame-os-e-os-deixe-viver.blogspot.com
jaquellinee.blogspot.com
dannydeias.blogspot.com
wehatethetruth.blogspot.com
comedyimprov.myspace.com
br.groups.yahoo.com (guardian-angelcare.com)
aascj.org.br

O que é ser generoso? Quase chegando a meio século de vida, entre os muitos termos mais misteriosos, principalmente aqueles ligados a valores eternos como liberdade, poesia e amor, tenho deliciosa dificuldade em afirmar, encontro agradável barreira em entender a generosidade e "fidelidade" das pessoas; claro, aí estou... com as pessoas. Um dos complicadores é a religião. As religiões participaram eternamente (palavra aí tão ao agrado delas) da formação no nosso caráter. Mesmo daqueles que as negam, pois são poderosos eventos sociais, tanto quando o Direito, a Justiça, e é impossível desviar-se das religiões como determinantes sociais gerais. Então, aqui entre nós, mais ainda as cristãs, que apresentam cada vez mais pavorosas representantes, a religião atormentou o conceito mais puramente humano de generosidade. Escrito em um carro, aliás, em muitos carros: "Deus é fiel!". A compreensão básica de um marketing desnecessário destes, é de início um tanto fácil. Mas, falar de fidelidade já toca em generosidade. Acho, contrastando na observação de que vários defensores da fidelidade na luz do dia e nem tanto quando a escuridão ou o dinheiro os protege, que a fidelidade é um grande evento de generosidade, aliás, gigante, titânica realização de generosidade, ser fiel. Em termos religiosos, a batalha de Jó é o maior emblema da questão. E o tamanho desse drama é atestado em fatos literários quando Jack Miles (Deus uma biografia - Companhia das Letras) observa que somente a obra de Shakespeare (completa) pode ser páreo para a discussão girada em torno de "Jó". Em fidelidade homem/mulher, a arte me dá de Quentin Tarantino/Tony Scott e uma seleção gigantesca de atores de 1º escalão em qualidade e status (Dennis Hopper, Gary Oldman, Cristhopher Walken, Brad Pitt, só para falar de alguns) um exemplo top de linha em "True Romance" (no Brasil, com o infeliz título -pra variar- "Amor à queima-roupa"). Então, ao observar o que diz Corínthios 13: "Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido", ou Renato/Legião Urbana: "É um estar-se preso por vontade... ...É só o amor que conhece o que é verdade... ...Agora vejo em parte, Mas então veremos face a face". E o enigmático: "É um estar-se preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É um ter com quem nos mata a lealdade. Tão contrário a si é o mesmo amor..." (completa em: http://letras.terra.com.br/legiao-urbana/22490/). COMPLEXO E LINDO, EM RENATO, UM DOS MAIORES FILÓSOFOS DE FILOSOFIA ROMÂNTICA CURTA E PURA/"CONTAMINADA" DE TODOS OS TEMPOS ATÉ AQUI...



Ser fiel implica em alta generosidade, implica em poderoso conhecimento de si e de quem 'recebe' a fidelidade... Ser fiel é tão complexo e generoso quanto amar, talvez... Talvez seja a fidelidade o "espelho" do amor, pois sozinho, em si, plainando e adentrando todos os pequenos e grandes fatos do amor podemos pesar a generosidade de nossa fidelidade. Ser fiel é muito mais fácil do que exercer uma fidelidade generosa... Por que o mesmo Renato crava a frase mais contundente do campo das artes escritas: "Só a verdade é que liberta." Somos tão frágeis, tão suscetíveis, tão apaixonados pela beleza, pelos perfumes, pelo enigma dos olhares, tão de poucas defesas contra a concupiscência, contra remédios para a auto-estima... Então... a fidelidade é generosidade, e muito mais que isso, é um algo feito de diamantes inimaginavelmente belos, líquidos, sólidos, etéreos, de mil cores e brilhos aqualinos, de um gosto maravilhoso que se percebe no paladar do espírito... PODEROSA A FIDELIDADE NA GENEROSIDADE, COMPREENSÍVEL PARA UM, NO MÁXIMO DOIS... MISTERIOSA, FORTE DEMAIS, VALIOSA DEMAIS, GRANDIOSA E BRILHANTE ALÉM DO MÁXIMO... Então... Ser fiel é sim, lindo, mas quem pode afirmar plenamente a fidelidade, só o poderá fazer sob dois senhores, o silêncio e a generosidade, aliados... O silêncio da generosidade...


“A carta de tua superioridade dá-te liberdade; Meus direitos em ti estão todos determinados. Pois como te tenho senão por tua concessão, E por tais riquezas onde está meu mérito? Falta-me a causa dessa bela dádiva,...” (SHAKESPEARE – em Harold Bloom, “A Angústia da Influência”, editora Imago).


Em Deus, a fidelidade silenciosa, poderosa, livre de status e glória externa, as lágrimas do silêncio reinante sobre e sob o silêncio, as respostas, as angústias, o prosseguimento... A marcha solitária de si em si... A alegria solitária das manhãs comungadas na distância de tudo que é raso... No raso a fidelidade marketing, na muleta à doença da auto-estima... No profundo, uma compreensão tão dolorida quanto sem fim, poderosamente eterna, sempiterna, uma fidelidade só compreendida por dois... por um...


Em amor humano 1 e 1, em raso as vênias, os protocolos, forçando-se ser o que não ser, as alegrias externas, as promessas insanas e improváveis... Em profundo... Compreensão absoluta, fechada porque não há como abrir, uma dança de átomos e subátomos... Um saber e ser tão fiel, tão generoso que só pode haver compartilhamento com o Senhor absoluto do amor: O silêncio... livre, de egoísmo, dos ódios cegos, O silêncio de dizer em parelha ao “Eu Sou”, resposta de Deus : Há generosidade em minha fidelidade, então, “Sou fiel...”. Uma fidelidade só compreendida por dois... por um...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O PODER DE GENTILI OU O PODEROSO GENTILI


REFERÊNCIA DA IMAGEM: Blog do Flávio Ricco

Chamam a atenção vários aspectos no "Evento Gentili". O cara é f...? É! O cara erra? Erra! Porra!!! Temos que entender. Mas, também ele, tem que entender que as porradas que levar pela liberdade que exerce (vai fazer esse programa em alguns países 'por aí'...), vão, talvez, modificá-lo um pouco, para que "sobreviva". Mas, o que chama o título desta blogada vem da Coluna do Flávio Ricco "Convidados se negam a participar do programa do Gentili; estréia é adiada" (REFERÊNCIA: http://televisao.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2011/05/20/convidados-se-negam-a-participar-do-programa-de-gentili-estreia-e-adiada.jhtm). Pode se discutir eternamente muitas coisas em torno do humor que representa Gentili, seu mau gosto eventual ou circunstancial (muitas vezes imposto pela velocidade do humor que pratica), sua participação em péssimas propagandas com péssima companhia, seu jeito de falar entre os dentes, seu jeitão de guri criado com vó, sua ousadia/irreverência/coragem... Mas não pode se discutir que se é ingênuo convidar pessoas para "participar" de um programa de humor com o Gentili como capitão, com o título "Agora é tarde", é inequívoca a essência de poder nisto dito por Flávio Ricco "As pessoas chamadas para as primeiras gravações do “Agora É Tarde”, por precauções óbvias e plenamente justificadas, têm apresentado variadas desculpas para não atender aos convites da produção. Por mais que se argumente e se apresentem garantias -- inclusive através de e-mails -- de que não haverá qualquer risco de armadilhas, pegadinhas ou situações constrangedoras, a maioria prefere não arriscar.". "prefere não arriscar..." rsss... Diz Ricco... Caramba, esses que não preferem arriscar são gente poderosa e que tem a mesma arma que Gentili, como todo ser que domina basicamente aquele objeto que maravilhosamente incomodou Sausurre... A linguagem... Com uma diferença... Gentili não é como Wyatt Earp... ele lembra mais Doc Holliday... (Assistam Tombstone, se não assistiram), é rápido e preciso no gatilho, às vezes... Embora tenha que se considerar a verdade sobre os tiros pela culatra e "acidente na linha de tiro", ou melhor e mais breve "acidente de tiro". O poder de Gentili ou o Poderoso Gentili? Certamente o poder de Gentili, pois, a efemeridade é ainda a marca... Que poderia mudar, aí responderia: "O poderoso gentili"... Mas acho mais fácil ele terminar como vereador, deputado, ou passado...Vamos "ver"...Coloquemos na fila, junto com quem? Hmmm... Tiririca? Por que não?

terça-feira, 10 de maio de 2011

A LOUCURA É A MOEDA DO ESPÍRITO HUMANO



REFERÊNCIAS DAS IMAGENS:

compartilhandoecriandoinformação.blogspot.com
1lindomenino.blogspot.com
utopiacapital.blogspot.com
veja.abril.com.br
blog.teophilo.info
meme.yahoo.com


  Por mais livros que lemos, por mais filmes ou telas que observamos, por mais músicas com as quais nos deleitamos, mesmo os mais dados a "atualizar-se", parece que nos inclinamos a ter objetos culturais ou artísticos com mais poder de baliza que os outros, sempre, e entre os vários impulsos para isso, como a facilidade memorial, parecemos descobrir vínculos mais poderosos que a lógica possa alcançar e explicar. Além de eu ter na pessoa de Harold Bloom e seus objetos literários, do Ubiratan (roqueiro campo-grandense) e suas análises objetivas mas sensíveis, minhas recorríveis balizas, são para mim parâmetros indesviáveis, escritores que conheci sem porquê nem ir atrás. Como Erasmo de Roterdã, meu e de milhares de gentes leitoras, pois conseguiu, mesmo aliançado à Igreja, dizer livremente algumas coisas, embora muitas tenha deixado, em momentos, facilmente decodificáveis, em outros carregadas de maior exigência de análise. Seu marcante livro  trata da loucura como um instrumento da natureza para aliviar a grande carga psicológica que nos impõe a vida. Ele separa a demência maldosa da doce loucura que exemplifica, por exemplo, na caduquice dos bons velhinhos a nos divertir com suas toladas, ou da inocência das crianças com suas proposições liquefeitas e "fora de propósito e contexto", perdoa "a fúria uterina" das velhas mulheres do mundo, que só querem loucamente entreter-se com os jovens, eles todos livres de amarras sociais formais. O livro de Erasmo, carregado de constante bom humor, traz uma crítica feroz ao cinismo, tipo o cinismo que temos visto na nova versão, na versão light da velha proposta de "nós somos os bonzinhos do povo, nós vamos conseguir igualdade para todos...". Excluamos aqui de acusação de cinismos os muitos que de fato imbuem-se de caráter fraterno e edificam efetivas melhorias, e que o fariam em qualquer circunstância ou sob qualquer partido. Sabe, parece que o Stalinismo é uma coisa que não existiu, parece que Cuba deu certo, tudo vermelhinho, tudo bonitinho, parece que Genoíno, Delúbio, são mesmo heróis. E o pior, parece que o cinismo é mesmo uma moeda infernal, que vai vingar, vai vencer... A Justiça precisa de provas... Estudem um pouco de direito, focando-se na história do que se convém chamar de "provas"... Verão o quando a velhacaria se serve das frinchas, obrigatórias ou apodrecidamente sintéticas. A História, quando o mais isenta possível, é a única tênue esperança de haver um juizo final científico. Confiando em Spielberg, que na arte se serve tão generosamente das propostas científicas, vemos, de repente, numa loucura ainda maior que a proposta por Erasmo, um sujeito despertando... lentamente... Se situando... Acordando de um sono secular... Aos poucos, não sem um pouco de terror compreende parcialmente a situação, mas com a certeza de que se trata de um pesadelo... Então um sujeito que parece um promotor, diz, com um sorriso sereno: "Pensou que ia se safar?"... Terá que ser julgado, meu caro, você é um vilão histórico, que se safou pelas circunstâncias daquele presente (sim, você está quase mil anos a frente daquele tempo, "companheiro", das cuecas endinheiradas, dos dinheiros obscuros das igrejas, das camionetes mal explicadas, aqui o sistema é diferente... Este é o templo da verdade, é uma confirmação da vitória da Utopia, da qual estiveram tão cinicamente bebendo e cuspindo nos tolos). E o cara grita tentando acordar... E não acorda... Ele percebe com a inteligência que é dada aos espertalhões de grande coturno, que está finalmente capturado, que será julgado sem torsões linguísticas, sem operações meramente servidas por frinchas obrigatórias às instalações democráticas. Finalmente entende o que é ser duro sem perder a ternura, que nem mesmo o inventor da frase poderia revelar dela toda a profundidade. Sem perder a ternura, o promotor futurístico lhe enterra até os bagos, e diz: psiu!... você desviou dinheiro de remédios, de tantas coisas que poderiam ser feitas... psiu, fique quietinho, vai demorar só mil anos... Você é bagrinho... Tem gente muito mais encrencada que você por aqui... ah, me dê essa medalha aí, aqui ela não vale nada... Também não valem nada os dólares, essa é uma sociedade que você vai demorar um pouco para compreender, com as noções que tens do teu tempo e terra tão flexíveis com a espertalheza (é, essa palavra é aceita neste tempo futuro). Mas, voltando para a realidade... A frase mais estranha da semana: "vida de Ronaldinho Gaúcho 'fora de campo' preocupa o Flamengo". De novo Baudelaire, mil vezes Baudelaire: "o melhor truque do diabo é fazer com que pensem que não existe". A loucura, conforme aponta Erasmo, é a moeda mais valiosa do espírito humano, claro, excessos bacanianos ou mesmo dionisíacos, extrapolam e prejudicam a instalação da revolução surreal-punk, mas ela é a saída, é o alívio para o fardo que temos de carregar e seria tolice simplesmente polyannizar as coisas... O cinismo está próximo dos píncaros, e qual a saída? Duas loucuras, uma, a tão criticada por Sartre e agudamente vista por Calvino "agregar-se aos demônios e fazer de conta que está tudo bem..." A outra é instalar uma revolução inteligente, sem sangue, numa coisa que o estudante da carceraria americana, o poderoso Alecxis, justificou como origem do grande poder de uma nação: "A JUSTIÇA VERDADEIRA".

terça-feira, 3 de maio de 2011

O QUE É MEME? HOJE EU BLOGUEI! HOJE EU bLOGUEI! hoje EU Broguei! HOJE EU BLOGUEI


REFERÊNCIAS DAS IMAGENS

hoteloja.blogspot.com
comunidademib.blogspot.com
guerrasdraconicas.wordpress.com
reinaldo.pro.br
pitacosfashion.wordpress.com


Um bebê começando sua luta pela propriedade? O poderoso Houaiss (por enquanto, pois eles são f... e logo dominarão o meme) nada me esclareceu, nada mesmo disse sobre isso. Então o Google deu as opções esclarecedoras e em mais um desses empreendimentos de passear pelos túneis e estuários imprevistos e pandorísticos, fui cair num blog porreta: http://verdadeabsoluta.net/va-news/o-que-e-meme-e-por-que-isso-me-irrita-tanto . E ao clicar em "siga nosso feed...". Deparei com a antiga semi-nudez da Suzuki... Nossa! Que espetáculo, vê-la ali, desinibida, dando uma lição de como sutilmente se realiza uma parte do papel de mulher no mundo... E o cara do blog escreve, é um mestre em escrita blogueana, blogueira, bloguiana... Um "meme"? Não... Não para o que utilizarei da palavra meme. O Wikipédia diz que um sujeito chamado  Richard Dawkins, em seu bestseller "O Gene Egoísta", é o desvirginador da longa espera do termo em aflorar e prostitir-se com a mais prostituta das coisas humanas, a bela da tarde, manhã, noite, flores e açoites, a LLinguagem (data da invenção desta pequena marca linguagem com dois eles - 03.maio.2011. Inventor, Yo, mais precisamente Dante Sempiterno ou Jorge Ostemberg). Pois bem, Trabalhando em seu livro Dawkins, diz o Wiki (http://pt.wikipedia.org/wiki/Meme), "é para a memória o análogo do gene na genética". É mole? Que poder tem o tal do meme... Mas essa palavra me chamou a atenção num flash, sobre a tal (não sei quantas teve) dama de honra do casamento de um príncipe, filho de Day, aliás, sinto indisfarçável orgulho de não ter nem mesmo furtivamente me proposto a ver sobre o tal casório. Flash, porque todos sabem que as manchetes no UOL/Etc provocam isso... E estava lá "o 'novo' meme". Então, nessa terra de macacos que pulam olhando pernudas gritando bobeiras, de modo facim facim... Pensei: "Aqui o tal meme vai colar, como colou o Twitter". Tem coisas que inventam para nós brasileiros. Não inventamos, porque temos preguiça ou não conseguimos, aí os caras inventam e a gente faz como os cristãos fizeram com o receituário divino judaico "É nosso, tá dominado". Mas existe uma contraposição entre o meme twittário e o Dawkiano. O último carregava uma proposta antagonista, produtiva, pela essência dialética ou que a valha. Ou seja, não repetir, pura e simplesmente, mas dar uma purificada, um contra-gosto, algum "não, para essa parte, aqui é assim"; modificar o bicho um pouco, antes de copiar e despachar. Copiar não é problema, se assim o fosse Pascal e Shakespeare deveriam receber uma cadeia pós-mortem por plágio. O problema é a imbecilidade constante no método hipermegatronic-copy. Mas... Assim prosseguimos... meméticos, nada heréticos, Cara... A Suzuki é agora uma senhora, até apareceu sua solene barriga de gestante e tals, com o sortudo maridão. Merecem respeito. Mas a semi-nudez dela é um tesouro... É do passado lindo de Helena e Xuxa naquilo que a última recusa mas não recusa... Sensualidade que não heroiza texto algum... Quem consegue falar pra valer disso? Freud? Homero? É do silêncio do mundo, do tesão em que ninguém acorda nada mas todos nós, quando revestidos ou interiorizados de cafajes'tismo', sabemos... Que delícia... Bem, recomendo o blog dos caras, ou do cara. São bons mesmo, elogiando pouco. MEME: idéias ou parte delas, na forma de línguagem, sons, desenhos, representando objetos morais ou estéticos, capazes de serem aprendidos na maneira parecida a meramente copiar. Ctlr C Ctlr V e se segue... Por isso a comparação com gene, ocorre como que "naturalmente". Exemplo? Do meu tempo, parece exemplificar bem, a palavra "impeachment", que rachou o Collor e fez cócegas no Lula, a propósito, "junto" com o flash da menininha cor de mostarda aguada, vi que volta o zoiudão, Delúbio, aquele da festa com mangueirão, e tals... Então, a palavra impeachment só fez cócegas no Lula, e desviou demais a capacidade do Diogo Mainard. Então o meme parece ser capaz de sofrer um revés, pode ser um dezaprendizado, no futuro, um vai copiando o outro em esquecer ou se fazer de bobo de tanta preguiça de mexer na atomística.