CAMPO DOS GUAICURUS

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sábado, 19 de abril de 2008

THE MAN FROM EARTH


Ontem o Ricardo veio me fazer uma preciosa visita. Além de conversarmos sobre meus projetos eternos e eternos projetos, como sempre, falamos sobre o objeto que nos desperta mútua atenção, a Arte. E não só falamos, o Ricardo trouxe um filme para mim, chama-se (felizmente ainda não cometeram uma asneira com a tradução do título, como aponta um agudo resenhista) "The Man From Earth" (de 2007). Eu pensei em resenhar o filme, para abrir minha blogada e fazer um comentário. Mas encontrei no endereço http://cinemanotebook.blogspot.com/2007/12/man-from-earth-2007.html , algo excelente, pronto. E aqui reproduzo um trecho (porém recomendo que cliquem no site, e vejam na íntegra, a resenha): "Uma festa de despedida ao professor John Oldman - e nunca um apelido descreveu tão bem o seu possuidor - muda inexplicavelmente de intento quando este decide contar aos seus amigos que tem... 14 mil anos. Dando ordem a uma larga e extensa discussão científica entre alguns dos mais conceituados professores da Universidade em que leccionava, todo o tipo de dogmas, desde dos religiosos aos científicos, são colocados sobre suspeita, num ambiente céptico e pirrónico que irá provocar algumas crispações. Baseado na última obra de uma dos mais aclamados escritores de ficção científica, Jerome Bixby, "The Man from Earth" é, mais do que um bom filme, uma grande lição sobre a história do nosso planeta". É um filme que requer atenção, e sobre o qual, aos dados a valorizar a linguagem, são oferecidas verdadeiras jóias de reflexão. Entre tantos trechos, selecionei algo: "Voltaire foi o primeiro a sugerir que o universo foi criado por uma explosão gigante", "Goethe, o primeiro a sugerir que a nebulosa espiral era um redemoinho de massas de estrelas". Curioso como a ciência encontra seus caminhos "precisos" através da divagação do artista".

Ainda no filme, lembro que este blog se serve principalmente da atenção de amigos que apreciam as letras de forma ou outra. É isso que dá-me o incentivo para escrever coisas do tipo de agora, e pensar o quanto sou feliz de ter gente que vai até mim para levar um filme, comentar sobre um livro, e vem no meu blog ler o que escrevo, e pensar nas coisas do mundo das letras de um particular modo em alguns particulares minutos. Bem, tenho o filme, e posso passar cópia, autorizada pelo autor (legalmente). O autor do filme liberou mundialmente o download. Bem, fiquem com as possibilidades dadas a partir da visita ricardiana.

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