CAMPO DOS GUAICURUS

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

UM SONHO, VÁRIAS LIBERDADES, VÁRIOS SONHOS, A LIBERDADE...




Dois poços, um do lado esquerdo, outro do lado direito. Talvez o construtor da natureza tenha dado, com isso, uma inequívoca dica que se deve ter pelo menos duas maneiras de ver as coisas. Talvez olhar até a nós mesmos de muito mais de uma maneira, para ter mais tesão na vida... E principalmente para julgar mais adequadamente. E talvez seja até obrigação do sujeito que se diz homem, sempre contrapor idéias e estar pronto a aceitar mudanças, estabelecer novos modos de ver antigas ou novas coisas. Os valores eternos, amor, liberdade e poesia, não sobrevivem com viço, com frescor, numa mente que se fecha apenas em um conceito, em uma maneira rígida de analisar as coisas todas. Certamente praticar isso é difícil no início, mas ao dar saída para tal exercício, encontram-se coisas que palavras aqui não têm poder para descrever. Somos todos vítimas de uma violenta carga cognitiva que procura nos transformar em robôs, aliás, somos meio obrigados a sê-los, em termos, e até certo ponto. Mas temos um grande quinhão de liberdade. Quando digo "temos" falo em países ocidentais e democráticos e de algumas exceções orientais. Que nenhuma religião cresça aqui o suficiente para que um grupo de eternos safados castrem nossas frágeis liberdades, que nenhum político "LIBERTADOR", nos venha foder os passos, que tenhamos sim cada vez mais liberdade. Mas sem anarquia, sem irresponsabilidade com o futuro... Que futuro? Bem, isso é para outra blogada! Hasta lá vista!!!

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