CAMPO DOS GUAICURUS

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sábado, 26 de janeiro de 2008

Amar é...







Os de minha geração, talvez se lembrem de uns bonequinhos que ilustravam as frases de uma principal: “Amar é..”. Então... Coisas como: “amar é passar manteiga no biscoito dela; é não se importar que ela o acorde; que troque seu canal de TV favorito...” essas coisas. Então... Talvez amar seja a simplicidade, talvez a complexidade, talvez tanta coisa... Se o amor fosse tão facilmente definível, não teria, quem sabe, havido guerras entre povos que levantavam o estandarte de um dos amores mais antigos do mundo, o amor chamado fé. Mas tem uma amiga minha que ama, ela escreve o nome dele no caderninho dela, na cor maravilha desenha um coraçãozinho e do outro lado escreve o nome dela... Ela me diz: “puxa, estou sentindo uma vontade tão forte de abraçar ele, uma saudade intensa”. E eu, achando que ela não o vê há dias digo, “chame-o para vir”, e ela diz: “mas ele foi embora há pouco”... Ela é desenhos dele, é pensamentos dele, é poesia dele, é dedicação... É, acho que minha amiga ama. Mas, não posso, por dizer que ela ama, saber eu o que seja amor. No entanto, vou continuar tentando saber ao menos próximo, o que é isso; que intriga tantos e envolve todos em ações e discussões, em atos e fatos, em desacatos e choros nos cantos, em fogo, em flutuação, em perdas e ganhos, em confusão de valores e atritos ou conciliações familiares, em tragédias, em fugas e encontros...



(OBS, ISSO FOI ESCRITO HÁ UM CERTO TEMPO, ESSE CASAL NÃO NAMORA MAIS, NA VERDADE NÃO SEI HOJE, QUAL A RELAÇÃO PESSOAL ENTRE ELES, MAS, PEÇO PERMISSÃO PARA DEIXAR AÍ O EXEMPLO, POIS, COMO SOMOS EM PARTE CONSTITUÍDOS DE TEMPO, FEITOS NA FORMA DE UM MOSAICO MEMORIAL, CREIO QUE VALE A PENA DEIXAR ESSE CACO TÃO INDEPENDENTE, ESSE MOMENTO TÃO MÁGICO PELO QUAL TANTOS HUMANOS PASSAM, CADA UM PARTICULARMENTE)

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